Ilustração/Portal Campo de Marte (Gerada por IA)
Autuações com cobranças retroativas já atingem empresas que atuam no Aeroporto Internacional de Guarulhos e acendem debate sobre segurança jurídica, critérios técnicos e risco de insolvência.
As empresas brasileiras de serviços auxiliares ao transporte aéreo (ESATAs), responsáveis pelos serviços em solo que garantem o funcionamento das operações aeroportuárias, passaram a enfrentar um novo desafio que pode comprometer a sustentabilidade financeira do setor. Após autuações que inicialmente atingiram segmentos como petróleo e mineração, a Receita Federal começou a aplicar multas milionárias também contra companhias de ground handling, tendo como primeiros alvos empresas que operam no Aeroporto Internacional de Guarulhos.